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Cuidando

20 Fevereiro
Já ouviu falar sobre o colar de âmbar?

Já ouviu falar sobre o colar de âmbar?

Acreditamos que muitos papais e mamães já tenham visto alguns bebês utilizando o colar ou até mesmo já tenha colocado em seu bebê. Mas, se você ainda não conhece, vamos te contar um pouquinho. 

O âmbar é uma resina vegetal que se tornou fóssil há aproximadamente 50 milhões de anos, encontrada principalmente na região dos Bálticos – inclusive as propriedades do colar só valem se as pedras forem dessa área. Nele, se encontra o ácido succínico – estudos realizados em 1930, por bioquímicos europeus, afirmam que esse composto químico fortalece o sistema imunológico, estimula o sistema nervoso e melhora a atividade metabólica. Por isso, o âmbar atua como analgésico e anti-inflamatório natural. Bacana, né?


Conte mais...

De acordo com os estudos, quando o âmbar entra em contato com a pele do bebê, as pedrinhas se aquecem e liberam quantidades minúsculas do ácido succínico no corpo. Ah, o acessório também auxilia especialmente durante a fase de dentição, por aliviar dores e desconfortos como inchaço da gengiva e febre.

Já alguns papais têm receio de usar o colar em seu filho por conta do risco de asfixia, porém, existem outras maneiras de usá-lo, como, por exemplo, pulseira ou tornozeleira. O importante é garantir que o âmbar entre em contato com a pele, pois é esta a via que leva o ácido succínico ao corpo.

Uma curiosidade é que as pedras nem sempre são amarelas, sabia? Há colares feitos de âmbar não polido que apresentam uma cor marrom escuro. Também são encontradas pedrinhas que variam entre amarelo claro e marrom.


Vale ressaltar algumas medidas de segurança, vamos lá? 

  • É mais indicado o uso dos colares ou pulseiras de âmbar báltico a partir do terceiro mês de vida do bebê. Não há contra indicação, uma vez que se trata de um produto orgânico e 100% natural.
  • Os benefícios do âmbar báltico são obtidos quando ele está em contato com a pele do pequeno, por isso, fique de olho para que a criança não o leve à boca ou o morda.
  • O fio deve ter um nó entre cada ponta. Assim, em caso de ruptura, apenas uma cai.
  • Observe como o seu bebê se comporta com o colar ou pulseira nos primeiros dias.
  • Usando-o desde cedo, as chances da criança se acostumar são maiores.
  • É recomendado retirar o colar do pescoço para dormir. Dar algumas voltinhas para que seja possível amarrá-lo como tornozeleira ou pulseira, é outra sugestão. Desse jeito, os benefícios do âmbar continuam fazendo efeito durante o sono do bebê. 
  • Em qualquer idade, o colar deve ter entre 33 e 36 cm, para não ficar apertado nem frouxo.
  • Durante o banho, o colar também deve ser retirado para que o fio não se desgaste.

Se interessou e quer usar em seu pequeno? Em nossa Mega Store temos alguns modelinhos de âmbar. Para encontrar a loja mais pertinho de você e garantir esse acessório, basta clicar aqui!

Até a próxima, pessoal! :)


Fonte: Revista Crescer | Âmbar Báltico | Minha Vida